O caso em que o rapper L7nnon vence Yoko Ono na Justiça teve um novo desfecho com a manutenção do direito do rapper brasileiro de continuar usando seu nome artístico. A decisão rejeitou um recurso apresentado pela artista Yoko Ono e manteve a autorização já concedida anteriormente.
A disputa gira em torno do uso do nome “L7nnon”, adotado por L7nnon, cujo nome de batismo é Lennon dos Santos Barbosa Frassetti. Para a viúva de John Lennon, o nome artístico poderia gerar confusão com o ex-integrante dos The Beatles.
O processo teve início após questionamentos envolvendo o registro do nome junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial, responsável por analisar marcas e direitos relacionados à propriedade intelectual no país.
Na decisão mais recente, a Justiça entendeu que não há impedimento para o uso do nome artístico pelo rapper, afastando a possibilidade de confusão direta com a identidade do músico britânico.
Com isso, o artista brasileiro segue autorizado a utilizar o nome “L7nnon” em sua carreira, consolidando sua identidade no cenário musical nacional.
O caso também levanta debates sobre limites no uso de nomes artísticos e possíveis conflitos com figuras históricas da cultura mundial.
E enquanto a decisão repercute, a discussão sobre identidade, marca e memória na música continua em evidência.














