John Kennedy valoriza momento no Fluminense e não pressiona por saída para a Lazio
O interesse da Lazio em contratar John Kennedy agitou os bastidores do futebol brasileiro. O jovem atacante, peça fundamental no esquema do Fluminense, vê a proposta do clube italiano com bons olhos, mas demonstra gratidão e profissionalismo ao não querer forçar uma transferência.
Apesar de sonhar com uma oportunidade na Europa, John Kennedy sabe que o Fluminense teve paciência com seu desenvolvimento. Revelado em Xerém, o camisa 9 construiu sua carreira no Tricolor e não pretende criar um clima de pressão para forçar sua saída neste momento.
A equipe romana apresentou uma oferta de 8 milhões de euros, aproximadamente R$ 46 milhões, pelo jogador. No entanto, o Fluminense considera o valor abaixo do esperado e pede cerca de 12 milhões de euros, em torno de R$ 70 milhões, para liberar seu principal artilheiro. Conforme informações divulgadas pelo jornalista Gabriel Amaral, a decisão final sobre a negociação ainda está em aberto, mas a postura do atleta é de respeito ao clube.
John Kennedy vive o auge da carreira no Fluminense
Com 24 anos, John Kennedy atravessa a sua fase mais regular desde que se profissionalizou. O atacante se consolidou como a grande referência do ataque tricolor na temporada atual, mostrando evolução em suas atuações e números.
Números impressionantes e contrato em vigor
John Kennedy é, sem dúvida, o grande destaque do Fluminense em 2024. Ele participou de 34 partidas, balançou as redes em 14 oportunidades e ainda contribuiu com quatro assistências para seus companheiros. Seu contrato com o clube carioca é válido até o final de 2025, o que dá ao Fluminense uma margem de negociação.
Proposta da Lazio e valorização do atleta
A Lazio, clube tradicional da Itália, apresentou uma proposta formal para contar com o talento de John Kennedy. A oferta de 8 milhões de euros demonstra o reconhecimento do potencial do jogador no mercado internacional. Contudo, o Fluminense entende que o valor ainda está aquém do esperado para liberar um de seus principais ativos.
Gratidão e profissionalismo como norte
Apesar do assédio europeu, John Kennedy demonstra um comportamento exemplar. Ele reconhece a importância do Fluminense em sua trajetória e, por isso, não pretende pressionar a diretoria para antecipar sua saída. A prioridade é manter o profissionalismo e respeitar os acordos estabelecidos.














