Idoso desaparecido no Rio é procurado pela família após seis dias sem notícias

Dilson da Costa Cassimiro

Um idoso desaparecido no Rio mobiliza familiares e autoridades após seis dias sem notícias. Dilson da Costa Cassimiro, de 64 anos, foi visto pela última vez no dia 10, quando saiu de casa na região de Augusto Vasconcelos, em Campo Grande, na Zona Oeste.

De acordo com parentes, o pedreiro deixou a residência naquele dia e não retornou mais. Desde então, familiares passaram a realizar buscas em diferentes regiões e registraram o caso na Polícia Civil.

No momento em que desapareceu, Dilson vestia uma blusa laranja e bermuda bege, segundo informações repassadas pela família.

A sobrinha do idoso, Larissa da Cruz Cassimiro, de 29 anos, contou que cerca de um mês antes do desaparecimento ele havia apresentado um quadro de isquemia, o que poderia ter causado episódios de confusão.

“Há um mês ele teve um quadro de isquemia, então estava um pouco confuso, mas até então estava tudo seguindo normal. Ele saiu e o pessoal começou a estranhar porque ele não retornou”, relatou.

Dilson morava sozinho e trabalhava como pedreiro. Apesar disso, recebia cuidados de uma enteada que vive no mesmo imóvel.

Antes de desaparecer, ele comentou com familiares que gostaria de visitar uma irmã que mora na Baixada Fluminense, o que passou a ser uma das hipóteses consideradas pela família durante as buscas.

“Toda a minha família que mora lá está saindo para procurá-lo, ele não chegou. Essa é a única desconfiança que temos, porque ele ficava o tempo todo falando que queria ver a irmã dele”, afirmou Larissa.

Familiares também receberam relatos de que o idoso teria sido visto em unidades de saúde na Baixada Fluminense.

Na virada do dia 10 para o dia 11, parentes foram informados de que uma viatura da polícia teria encontrado Dilson e o levado para o Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias. Quando chegaram ao local, no entanto, foram informados de que ele já havia deixado a unidade.

Dias depois, outra informação indicou que o idoso teria sido encaminhado por policiais para um hospital em Magé durante a madrugada do dia 12. Segundo relatos, ele também teria deixado o local horas depois.

Desde então, familiares realizaram buscas em diferentes pontos da Baixada Fluminense, incluindo bairros de Magé, como Piabetá e Mauá, mas não conseguiram localizar o pedreiro.

O desaparecimento foi registrado na 35ª Delegacia de Polícia (Campo Grande), e a Polícia Civil informou que diligências estão em andamento para tentar localizar o idoso.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Dilson da Costa Cassimiro pode entrar em contato com a família pelo telefone 21 96432-7645, que pertence à sobrinha Larissa.

Enquanto as buscas continuam, a família segue mobilizada e pede ajuda da população para localizar o idoso desaparecido no Rio.

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