Um homem morto em bar de Niterói deixou uma filha de 3 anos e uma família em busca de justiça. Igor Pereira da Cruz, de 29 anos, foi baleado na madrugada de domingo (24), enquanto estava com o irmão em um estabelecimento na Região Metropolitana do Rio.
Segundo testemunhas, o autor do disparo era conhecido da vítima. Ele teria passado pelo local, cumprimentado Igor e, algum tempo depois, retornado de carro, apontado uma arma e efetuado o tiro.
A bala atravessou o braço de Igor e atingiu o abdômen, causando lesões graves no fígado e no coração. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, mas não resistiu aos ferimentos.
Parentes afirmam que, após o disparo, o atirador voltou ao local e disse que tudo não passava de uma “brincadeira” e que a arma teria disparado. A versão revoltou familiares da vítima.
“Ele reconheceu porque eram amigos de infância. O autor do disparo é conhecido de todos, mora na mesma rua. O tiro atingiu o braço do meu primo, quebrou o braço e atravessou o abdômen, chegando ao coração”, contou Viviane Amaral, prima de Igor, ao RJ1.
O pai da vítima, Nelson Soares da Cruz, também cobrou justiça e pediu que o responsável se entregue.
“Ele disse que foi brincadeira. E agora? Meu filho está ali [apontando para a capela]. E ele está solto. Eu quero justiça. Que ele se entregue. Ele matou meu filho”, afirmou Nelson Soares da Cruz, ao RJ1.
Igor morava com a companheira e deixou uma filha pequena. O corpo foi velado no Cemitério do Maruí, no começo da tarde desta segunda-feira (25).
A Polícia Civil investiga o caso e busca esclarecer as circunstâncias do crime, além de localizar o homem apontado como autor do disparo.














