A Guarda Municipal do Rio arma agentes para atuação em parques e praças públicas após receber 660 pistolas que serão usadas na nova fase da corporação. O equipamento será destinado aos homens e mulheres que irão atuar especificamente nesses espaços, com foco na prevenção de roubos e furtos e em ações complementares ao trabalho das polícias. A previsão é de que os agentes comecem a trabalhar armados a partir de 2026.
Os 287 integrantes da primeira turma concluíram etapas que incluíram aulas teóricas, práticas, treinamentos específicos e avaliação psicológica. Entre os conteúdos abordados estão Direitos Humanos, técnicas de abordagem e manuseio de arma de fogo, reforçando a preparação para a rotina nas ruas e a responsabilidade no uso dos equipamentos.
Durante o processo de formação, 15 alunos foram reprovados. Catorze deles não alcançaram desempenho suficiente nas provas de armamento e tiro, enquanto um foi desclassificado por comportamento inadequado em aula de abordagem policial. A avaliação rígida é parte do protocolo de formação da Guarda Armada, que exige capacitação completa antes de permitir a atuação armada.
No entanto, está prevista uma repescagem para os 14 candidatos que não passaram na parte técnica de armamento e tiro. Eles deverão realizar novos treinamentos e, após nova avaliação, poderão ser reintegrados ao processo de formação, garantindo que apenas profissionais aptos e devidamente preparados assumam as funções armadas.














