O governo reajusta auxílio-alimentação dos servidores federais para R$ 1.992 após a publicação de uma nova portaria no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (1º). O valor atualizado começa a valer na folha de pagamento de abril e será depositado aos beneficiários no início de maio.
A medida foi oficializada por meio da Portaria 2.756/2026, divulgada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Com o novo reajuste, o benefício acumula um aumento expressivo ao longo dos últimos anos, alcançando crescimento significativo desde 2023.
De acordo com o governo, o auxílio passou por uma sequência de reajustes recentes. O valor que era de R$ 458 em 2022 foi ampliado gradativamente, chegando a R$ 1.175 em novembro de 2025 e, agora, atingindo o novo patamar após atualização baseada na inflação mais recente.
Em nota, a pasta destacou que o reajuste atual considera a recomposição inflacionária desde novembro, período em que o índice acumulado foi de 1,44%. Esse percentual se soma ao aumento de 17,5% concedido anteriormente, ainda em 2025, como parte de negociações com representantes da categoria.
O reajuste do benefício foi resultado de discussões realizadas na Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), espaço em que governo e servidores tratam de pautas relacionadas a remuneração e condições de trabalho.
Além do auxílio-alimentação, o acordo firmado também prevê atualização de outros benefícios. Entre eles estão a assistência pré-escolar e o auxílio à saúde suplementar, com novos valores definidos em R$ 526,34 e média de R$ 213,78, respectivamente.
Segundo o MGI, as portarias que oficializam esses ajustes adicionais devem ser publicadas até o dia 6 de abril. Os novos valores entrarão na folha de pagamento de maio e deverão ser pagos aos servidores no mês de junho.
Com as mudanças, o governo reforça a política de recomposição de benefícios e busca alinhar os valores às variações econômicas recentes, impactando diretamente a renda de servidores ativos em todo o país.
E com novos reajustes previstos e negociações em andamento, o tema segue no radar e pode trazer novos impactos nos próximos meses.














