O furto de ceias de Natal foi denunciado por uma chef famosa nas redes sociais após duas encomendas desaparecerem na tarde da véspera da data comemorativa. O caso ocorreu no bairro do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em frente ao restaurante Sud, o Pássaro Verde, localizado na Rua Visconde de Carandaí.
A denúncia foi feita por Roberta Sudbrack, que relatou ter contratado um motorista de aplicativo para realizar a entrega das ceias. Segundo a chef, a contratação ocorreu de forma excepcional devido ao grande volume de pedidos no período natalino.
De acordo com o relato, as ceias furtadas eram destinadas a grupos de até seis pessoas, com valor individual em torno de R$ 3 mil. O prejuízo total, somando os pedidos não entregues e os impactos operacionais, ultrapassou R$ 4 mil, além do atraso causado aos clientes que aguardavam as encomendas.
Roberta explicou que mantém, ao longo do ano, um serviço próprio de entregas, o RSCasa, e costuma trabalhar com motoristas conhecidos. No entanto, diante da alta demanda, optou pontualmente por utilizar um motorista parceiro da empresa Lalamove. Após o ocorrido, a chef afirmou ter registrado a placa do veículo e exposto o caso publicamente.
Fomos roubados em 2 ceias imensas! Prejuízo enorme, além do atraso na entrega agendada. Optem por outras empresas mais sérias, escreveu a chef em uma publicação nas redes sociais.
Nos comentários da postagem, seguidores relataram episódios semelhantes envolvendo o mesmo suposto autor do furto, o que ampliou a repercussão do caso e levantou questionamentos sobre a segurança nas entregas realizadas por aplicativos em períodos de alta demanda.
Procurada, a empresa responsável pela plataforma de entregas não havia se manifestado até a publicação da reportagem. A Polícia Civil informou que o caso foi registrado na 15ª Delegacia de Polícia, na Gávea, e que diligências estão em andamento para apurar os fatos e identificar o responsável.
O episódio reacende o debate sobre a vulnerabilidade de comerciantes e consumidores durante datas comemorativas, quando o volume de pedidos aumenta e contratações emergenciais acabam sendo necessárias.














