Foragido por Estupro Coletivo em Botafogo se Entrega à Polícia no Rio de Janeiro
Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, que era foragido da polícia e acusado de participar de um estupro coletivo contra uma adolescente em Botafogo, Zona Sul do Rio, se entregou nesta sexta-feira (10). Ele se apresentou na 37ª DP, na Ilha do Governador, Zona Norte da cidade.
A entrega de Palmieri ocorreu um dia após agentes da 12ª DP (Copacabana) realizarem buscas em endereços ligados a ele, mas sem sucesso em encontrá-lo. Contra o jovem, havia um mandado de prisão expedido no inquérito que apura o crime. A Justiça também autorizou buscas por dispositivos eletrônicos que pudessem auxiliar nas investigações.
O caso de estupro coletivo investigado ocorreu em agosto de 2023, em um imóvel localizado na Rua São Clemente, em Botafogo. Segundo as investigações, Gabriel de Oliveira Palmieri teria participado do crime ao lado de outros dois jovens, que eram adolescentes na época dos fatos. A Polícia Civil informou que, após um trabalho de inteligência e com o cerco se fechando, o criminoso se entregou e teve o mandado de prisão preventiva cumprido.
Caso Ganha Nova Dimensão Após Investigação em Copacabana
A apuração sobre o estupro coletivo em Botafogo ganhou novos desdobramentos após a investigação de um outro estupro coletivo, ocorrido em janeiro deste ano, em Copacabana. A investigação policial indicou que dois adolescentes, já investigados no caso de 2023 em Botafogo, também estariam envolvidos no episódio mais recente.
De acordo com as informações, a vítima do caso de Botafogo tinha apenas 14 anos na época do crime. Ela teria procurado as autoridades após ver a repercussão do caso de Copacabana, o que impulsionou a investigação sobre o crime anterior. Os dois adolescentes apontados como envolvidos no estupro em Botafogo já tiveram mandados de internação provisória cumpridos.
Gabriel Palmieri Negou Participação, Mas Confirmou Conhecer os Outros Jovens
Embora Gabriel de Oliveira Palmieri tenha negado sua participação direta no crime, ele confirmou conhecer os outros jovens envolvidos e frequentar o imóvel onde o estupro coletivo teria acontecido. A declaração é um ponto importante para a continuidade das investigações sobre o caso.
No caso de Copacabana, a Justiça já determinou a internação de um adolescente investigado. Além disso, outros quatro homens se tornaram réus e respondem por estupro coletivo qualificado e cárcere privado, demonstrando a gravidade das ações investigadas pelas autoridades policiais.














