O Flamengo patrimônio do Rio já era imortal no coração da Nação Rubro-Negra e agora é também no papel. O Mengão, dono da maior torcida do Brasil, foi declarado patrimônio histórico, cultural e imaterial do Rio de Janeiro com a sanção da Lei 10.888/2025 pelo governador Cláudio Castro.
“O Flamengo é um clube respeitado dentro e fora do Brasil. Mais do que futebol, é uma fábrica de ídolos e de incentivo ao esporte”, disse o governador, jogando confete no Rubro-Negro.
A sede da Gávea, que abriga troféus, áreas de treinamento e modalidades como remo, basquete e ginástica olímpica, entra oficialmente para a lista de riquezas do estado. Mas calma, torcedor: a lei não impede reformas ou benfeitorias na área.
A Nação, claro, já começou a zoeira nas redes: “Primeiro imortal no campo, agora imortal na lei” e “O choro é livre, somos patrimônio e ponto final”. Até rivais entraram na onda: “Daqui a pouco vão declarar o Gabigol como monumento também”.
Com craques como Zico, Rebeca Andrade e Oscar Schmidt em sua história, o Mengão agora pode dizer que é mais que um clube: é um pedaço do Rio.















