O Festival Efeito em Campos abre inscrições para sua nova edição e promete destacar novos talentos da arte urbana em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.
O evento chega ao terceiro ano com a proposta de transformar espaços públicos em verdadeiras galerias a céu aberto, reunindo arte, formação e inclusão social.
As inscrições para a residência artística começam nesta quinta-feira (2) e seguem até o dia 20 de abril. Os interessados podem se inscrever gratuitamente por meio do link disponibilizado pela organização.
A programação está prevista para acontecer entre os dias 2 e 24 de maio, com atividades voltadas às artes visuais urbanas.
Segundo os organizadores, o festival busca incentivar o surgimento de novos artistas, além de fortalecer a produção cultural local e regional.
“O Festival possui uma programação ampla que inclui produção de murais urbanos, oficinas formativas gratuitas e apresentações multilinguagens de encerramento, com o objetivo de conectar diferentes linguagens artísticas”, destacou a organização.
A residência artística terá carga de 90 horas e resultará na produção de dois grandes painéis de grafite, com cerca de 700 metros quadrados.
A proposta é transformar a ponte Leonel Brizola, conhecida como ponte Rosinha, em um espaço de arte pública, promovendo acesso à cultura e valorização do território.
A curadora do projeto, Anna Franthesca, explica que a iniciativa busca ressignificar o espaço urbano por meio da criação coletiva e do sentimento de pertencimento.
As atividades serão conduzidas pela artista pernambucana Juliana Fervo, referência nas artes visuais urbanas no Brasil.
Ao final do festival, haverá um evento de encerramento com apresentações musicais e uma ação de pintura ao vivo, que resultará na criação de novas obras.
Além disso, o público poderá participar de oficinas gratuitas nos dias 9 e 16 de maio, com vagas limitadas. As inscrições para essas atividades acontecem entre os dias 21 e 26 de abril.
O festival foi contemplado pela Lei Rouanet e conta com apoio de parceiros locais para viabilizar as ações culturais.
A edição deste ano também reforça o compromisso com a diversidade, priorizando o protagonismo de mulheres artistas, especialmente negras, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência.
E ao ocupar a cidade com arte e inclusão, o festival amplia o acesso cultural e abre espaço para novas vozes ganharem visibilidade.














