Falha no MetrôRio paralisa linhas 1 e 4 e provoca aglomeração nas estações

Falha no MetrôRio paralisa linhas 1 e 4

Uma falha no MetrôRio paralisa linhas 1 e 4 na manhã desta quinta-feira (26), gerando caos e aglomeração nas estações da Zona Sul e do Centro do Rio. O problema, causado por um acesso indevido na estação Catete, levou ao corte de energia em ambos os sentidos, resultando em atrasos significativos e transtornos para os passageiros que utilizam diariamente o sistema.

Relatos nas redes sociais apontam que passageiros ficaram presos dentro dos vagões por até 30 minutos sem qualquer explicação inicial por parte da concessionária. “Ficamos um tempo enorme parados e agora mandaram sair do vagão. Absurdo o descaso com a população”, desabafou uma passageira. Outro usuário disse que ficou “30 minutos parado dentro do vagão no Flamengo, com superlotação”.

De acordo com a concessionária MetrôRio, o corte de energia foi uma medida de segurança após o acesso indevido identificado na estação Catete. O incidente afetou diretamente o funcionamento das linhas 1 e 4, que ligam bairros como Tijuca, Centro, Zona Sul e Barra da Tijuca.

O comunicado oficial do MetrôRio foi publicado nas redes sociais por volta das 7h30 da manhã. Às 8h25, a empresa informou que os intervalos estavam em processo de normalização, mas passageiros continuavam relatando lentidão e estações superlotadas.

A linha 1 conecta a estação Uruguai, na Tijuca, à estação General Osório, em Ipanema, passando por áreas centrais da cidade. Já a linha 4 liga o Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, até o mesmo ponto final em Ipanema, sendo uma das rotas mais importantes para quem trabalha na Zona Sul e no Centro.

O incidente reacendeu críticas à qualidade do transporte público na cidade, especialmente em relação ao alto custo da passagem. “Pior serviço de transporte do Rio. Passagem caríssima e sem retorno à altura”, escreveu um usuário no X (antigo Twitter).

A concessionária afirmou que apura as causas do acesso indevido e que novas medidas de segurança podem ser adotadas para evitar incidentes semelhantes no futuro.

Limpatech