As ex-panicats Lizi Benites, Carol Narizinho e Aline Mineiro revelaram detalhes sobre os cachês recebidos por ensaios sensuais durante o período em que ganharam grande visibilidade na televisão. As declarações foram dadas no programa O Povo Quer Saber, apresentado por Chico Barney no Canal UOL, onde elas relembraram bastidores, valores e consequências da superexposição na época do Pânico.
A fama das assistentes de palco do programa colocou as modelos em evidência nacional e abriu espaço para convites de revistas masculinas, que disputavam nomes conhecidos pelo público. Segundo as participantes, os valores variavam bastante, mas podiam chegar a quantias consideradas muito altas para a época.
Durante a conversa, as ex-panicats citaram cachês que iam de R$ 80 mil a R$ 1 milhão, dependendo do momento da carreira, da popularidade de cada uma e da negociação feita com as publicações. O assunto chamou atenção justamente por mostrar como o mercado de ensaios sensuais movimentava cifras expressivas no auge das revistas impressas.
Além dos valores, elas também falaram sobre o que fizeram com o dinheiro. Entre compras, investimentos e decisões tomadas ainda muito jovens, as ex-assistentes de palco reconheceram que nem sempre tinham maturidade ou orientação suficiente para lidar com quantias tão altas de uma só vez.
Aline Mineiro, Carol Narizinho e Lizi Benites também comentaram os arrependimentos que carregam hoje. A exposição do corpo, que fazia parte da imagem pública das panicats, foi tratada por elas com um olhar mais crítico, especialmente diante das mudanças pessoais e profissionais que vieram depois.
A participação no programa também trouxe à tona a relação entre fama repentina, pressão estética e oportunidades financeiras. Para muitas mulheres que passaram pelo Pânico, o convite para ensaios sensuais aparecia como uma consequência quase automática da visibilidade conquistada na TV.
Mesmo com os altos cachês, as ex-panicats deixaram claro que o dinheiro não apagou todos os impactos daquele período. A lembrança dos trabalhos, das escolhas e da forma como eram vistas pelo público ainda provoca reflexões sobre carreira, imagem e exposição.
A conversa repercutiu nas redes sociais por revelar uma parte menos conhecida dos bastidores da televisão dos anos 2000 e 2010. Na época, programas humorísticos e revistas masculinas tinham forte influência na construção da fama de modelos e assistentes de palco.
Hoje, ao revisitarem esse passado, as ex-panicats mostram que a exposição trouxe ganhos financeiros, mas também marcas pessoais. Entre cifras milionárias, decisões impulsivas e arrependimentos, o relato das três ajuda a entender um período em que fama, corpo e mercado de entretenimento caminhavam lado a lado.














