Escola de Enfermagem da UFRJ em Macaé ganha expansão e novos serviços

Deputada federal Enfermeira Rejane

A escola de Enfermagem da UFRJ em Macaé inicia uma nova etapa com o avanço de um projeto que promete transformar a estrutura acadêmica e ampliar sua atuação na região Norte Fluminense. A universidade deu início à expansão da unidade com o lançamento da pedra fundamental das novas instalações, em cerimônia realizada na última terça-feira.

O evento contou com a presença de professores, estudantes e da deputada federal Enfermeira Rejane, que participou diretamente das articulações que viabilizaram a nova área destinada ao projeto. O espaço foi cedido pela Prefeitura de Macaé e permitirá que a instituição avance em diferentes frentes.

Atualmente, a unidade reúne cerca de 400 alunos matriculados na graduação, além de oferecer programas de residência multiprofissional com vagas voltadas à Enfermagem. Com a ampliação, a expectativa é de crescimento não apenas no número de estudantes, mas também na qualidade das atividades desenvolvidas.

A nova estrutura deve fortalecer o ensino, impulsionar pesquisas e ampliar projetos de extensão, aproximando ainda mais a universidade da população. A proposta é integrar a formação acadêmica às demandas reais da região, contribuindo para a qualificação de profissionais de saúde.

“A ampliação da estrutura física permitirá não apenas o atendimento mais qualificado aos estudantes, contribuindo para a construção do conhecimento, como também viabilizará o planejamento e a oferta de serviços especializados, promovendo saúde integral e integrada à população macaense e de toda região do Norte fluminense”, afirmou a deputada Enfermeira Rejane.

A iniciativa faz parte de um movimento mais amplo de interiorização da UFRJ, que busca fortalecer sua presença fora da capital e ampliar o acesso ao ensino superior de qualidade em diferentes regiões do estado.

Com a nova fase, a expectativa é que a unidade se torne ainda mais estratégica para o desenvolvimento da área da saúde no interior do Rio, conectando ensino, pesquisa e atendimento à população.

E o que começa como uma expansão estrutural pode representar uma virada silenciosa no acesso à saúde e à formação profissional em toda a região.

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