Eduardo Paes lidera disputa para governo do Rio em todos os cenários, aponta pesquisa RealTime/Big Data
A corrida eleitoral para o governo do Rio de Janeiro ganha contornos mais claros com a divulgação de nova pesquisa. Eduardo Paes (PSD) se consolida como o nome mais forte, liderando tanto no primeiro quanto no segundo turno, segundo levantamento da RealTime/Big Data.
O cenário de primeiro turno aponta o ex-prefeito com 37% das intenções de voto, seguido de Douglas Ruas (PL) com 16% e Anthony Garotinho (Republicanos) com 12%. A pesquisa ouviu dois mil eleitores entre os dias 23 e 27 de julho.
O levantamento, que possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo RJ-03487/2026. Os dados oferecem um panorama importante para os eleitores fluminenses.
Paes amplia vantagem em simulações de segundo turno
As simulações para o segundo turno confirmam a liderança de Eduardo Paes. Em um confronto direto contra Douglas Ruas, ele venceria com 43% dos votos contra 27% de seu oponente. A vantagem se mantém em um embate contra Anthony Garotinho, onde Paes obteria 44% das intenções de voto, enquanto Garotinho alcançaria 25%.
Garotinho lidera índice de rejeição na pesquisa
No quesito rejeição, a pesquisa RealTime/Big Data aponta Anthony Garotinho como o candidato com o maior índice, mencionado por 60% dos eleitores. Eduardo Paes aparece com 41% de rejeição, e Douglas Ruas com 24%. Esses números indicam desafios distintos para cada candidato em conquistar a confiança do eleitorado.
Disputa pelo Senado Federal
A pesquisa também detalhou a corrida para o Senado Federal. Marcelo Crivella (Republicanos) lidera as intenções de voto com 17%, seguido por Benedita da Silva (PT) com 14%. Carlos Portinho (PL) e Pedro Paulo (PSD) aparecem empatados com 13% cada. Marcio Canella (União Brasil) tem 10%, Waguinho (Republicanos) 7%, Paulo Ganime (Novo) 4% e Luciana Boiteux (PSOL) 3%. Professor Túlio (PSOL) aparece com 1%.
Os votos nulos ou brancos somaram 8%, e 10% dos eleitores ainda não sabem ou não responderam. Estes dados refletem um cenário competitivo e com nuances importantes para a composição do Senado.














