Duas toneladas de haxixe são apreendidas pela Polícia Civil em Jacarepaguá

Polícia Civil apreende duas toneladas de haxixe

Duas toneladas de haxixe foram apreendidas pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (4) em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A operação foi realizada por agentes da Divisão de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA), que localizaram a droga dentro de um imóvel utilizado como ponto de armazenamento.

De acordo com os investigadores, o local funcionava como uma espécie de base logística para o tráfico de drogas. No interior da residência, os agentes encontraram a grande quantidade do entorpecente armazenada e pronta para distribuição.

Segundo a Polícia Civil, a estrutura do espaço indicava que o imóvel era utilizado para proteger e organizar a movimentação da droga antes de sua distribuição. A estimativa inicial das autoridades aponta que a apreensão representa um prejuízo de cerca de R$ 100 milhões para o tráfico de drogas na capital fluminense.

Durante a ação policial, os agentes constataram que no imóvel residia um casal com aproximadamente 50 anos de idade, além do filho e de um sobrinho da família. Todos foram conduzidos para a sede da DRFA, localizada na Cidade da Polícia, onde prestaram depoimento para esclarecer a ligação com o material encontrado.

As investigações agora buscam identificar a origem da droga e a rede responsável pelo armazenamento e distribuição do haxixe na região. A Polícia Civil também pretende apurar se o imóvel fazia parte de uma estrutura maior utilizada por organizações criminosas que atuam no tráfico de drogas no estado.

As autoridades pedem que qualquer informação que possa contribuir com as investigações seja repassada de forma anônima ao Disque Denúncia da DRFA, pelo telefone (21) 99536-4326. A delegacia garante que o sigilo das informações será mantido.

Enquanto o caso segue em investigação, a grande apreensão reforça o desafio enfrentado pelas forças de segurança no combate ao tráfico e à circulação de drogas em áreas estratégicas da cidade. E a descoberta de um depósito com tamanho volume de entorpecentes levanta novas perguntas sobre a estrutura que ainda pode estar operando nos bastidores do crime.

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