Enquanto o senador Carlos Portinho anuncia que deixará a liderança do PL após seis anos, defendendo a alternância no comando, em Araruama o presidente da Câmara, Magno Dheco, disputa a permanência no cargo.
A decisão de Portinho coloca em evidência uma discussão importante: liderar também significa saber abrir espaço para novas pessoas e ideias.
Já a tentativa de permanência de Magno, apelidado por críticos de “imperador”, levanta questionamentos sobre a renovação na Câmara de Araruama. Afinal, a presidência do Legislativo não é um trono, e a escolha de seu ocupante deve estar ligada aos interesses da população, não à perpetuação de nomes no comando.
O poder é temporário. As instituições permanecem.














