A médica-veterinária e ex-atriz Debby Lagranha, de 35 anos, precisou de atendimento hospitalar de emergência na madrugada desta terça-feira após ser picada por uma aranha no pé. Ela recebeu medicação na veia e relatou o susto nas redes sociais.
Atendimento médico após picada de aranha no pé
Conhecida nacionalmente por suas atuações na infância em programas como A Turma do Didi e produções ao lado da apresentadora Xuxa Meneghel na TV Globo, Debby compartilhou imagens em uma unidade de saúde enquanto recebia soro. A ex-atriz mostrou o ferimento no pé e manteve o bom humor com os seguidores ao comentar a situação inesperada.
Em publicação compartilhada com seus seguidores, a veterinária brincou com a história do super-herói dos quadrinhos que ganha poderes após ser ferroado. Ela escreveu que precisou voltar ao hospital e iniciou os cuidados para não virar parente do Homem-Aranha, ressaltando que tem data marcada para subir ao altar daqui a um mês com o noivo Gustavo Farias.
A ex-atriz não especificou o nome do hospital onde buscou socorro nem a espécie exata do aracnídeo causador da lesão. Até o fechamento desta edição, não foram divulgados detalhes adicionais sobre o tipo de soroterapia administrado ou se houve necessidade de permanência em observação prolongada.
O que fazer em caso de picada de aranha
O caso vivido pela artista serve de alerta para moradores do estado do Rio de Janeiro, especialmente durante períodos quentes e chuvosos, quando aranhas e escorpiões procuram abrigo dentro das residências. O primeiro cuidado imediato ao sofrer uma picada é lavar o local afetado apenas com água corrente e sabão neutro.
Especialistas da área médica reforçam que nunca se deve fazer torniquete no membro atingido, cortar a pele ou colocar substâncias caseiras sobre a ferida, como café, álcool ou folhas. Essas medidas não neutralizam o veneno do animal e aumentam de forma considerável o risco de infecções graves.
Sempre que viável e seguro, é recomendado fotografar ou recolher o animal agressor em um pote com tampa para levar até a emergência. Identificar se trata-se de aranha-marrom, aranha-armadeira ou aranha-caranguejeira agiliza a escolha correta do soro antiveneno e define o protocolo que os médicos devem seguir.
Onde buscar socorro e atendimento especializado no Rio
Vítimas de picadas de animais peçonhentos no estado do Rio de Janeiro devem procurar imediatamente a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima ou o setor de emergência de hospitais municipais e estaduais. Casos que demandam aplicação de soro específico são regulados para unidades de referência toxicológica.
A principal referência de orientação e apoio no estado é o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox-RJ), que funciona em regime de plantão e presta esclarecimentos tanto para a população quanto para equipes médicas de plantão. O atendimento telefônico gratuito pode ser feito pelo número 0800-722-6001.
No município de Niterói, o Instituto Vital Brazil é a instituição estadual que pesquisa, estuda e produz os insumos contra venenos de cobras, aranhas e escorpiões no território fluminense. Os pacientes podem consultar o posto de saúde mais próximo para saber qual hospital regional possui estoque imediato das ampolas do soro antiescorpiônico ou antiaracnídico.
Como evitar animais peçonhentos em casa
Para quem reside perto de matagais, terrenos baldios ou áreas serranas e periféricas da Região Metropolitana do Rio, o cuidado doméstico precisa ser diário. Aranhas costumam se alojar dentro de calçados fechados, atrás de quadros, cortinas, rodapés e em pilhas de roupas e caixas guardadas em depósitos.
A orientação das equipes de vigilância em saúde ambiental inclui bater e examinar sapatos e botas antes de calçar, além de inspecionar roupas de cama e toalhas antes do uso. Também é fundamental vedar frestas de portas, ralos de banheiros e manter quintais limpos de entulhos de construção, que servem de esconderijo para insetos que atraem predadores peçonhentos.















