
Pessoas em situação de rua usadas como laranjas ajudaram quadrilha a movimentar R$ 2 bi em fraudes bancárias
Uma investigação da Polícia Federal revelou que uma quadrilha usava dados de pessoas em situação de rua para abrir empresas de fachada e movimentar mais de R$ 2 bilhões em fraudes bancárias no Rio. O esquema, liderado por Jobson Batista, envolvia funcionários de bancos, contadores e lavagem de dinheiro em imóveis e empresas fantasmas.

















