Cara Delevingne protagoniza ensaio provocante para a Playboy, definindo sua participação como um ato de rebeldia e empoderamento feminino.
A estrela de Hollywood, Cara Delevingne, de 33 anos, estampou a capa da edição internacional da revista Playboy deste mês com um ensaio que promete gerar discussões. A modelo e atriz posou sem calcinha, utilizando apenas um corset preto e cobrindo suas partes íntimas com as mãos, em uma imagem que celebra a ousadia e a liberdade.
A escolha de Cara Delevingne para a capa da Playboy não foi aleatória. Ela descreveu a experiência como um ato de rebeldia, especialmente por se tratar de uma publicação tradicionalmente associada a um público heterossexual. A atriz ressaltou a importância de ter uma equipe criativa majoritariamente feminina e queer por trás do ensaio.
“É claro que a Playboy é uma instituição essencialmente heterossexual. Por isso, senti que [o ensaio] era como um ‘dane-se’ e um ato de rebeldia”, declarou Cara Delevingne, enfatizando a diversidade e a potência feminina presente nos bastidores da produção. A colaboração com a equipe, composta por muitas mulheres queer, foi descrita por ela como divertida e inovadora.
A jornada de Cara Delevingne na música e a busca por autenticidade
Além do ensaio fotográfico, Cara Delevingne também comentou sobre sua incursão no mundo da música. A atriz revelou que, inicialmente, pensou em lançar suas canções sob um pseudônimo para evitar preconceitos e garantir que sua arte fosse julgada por mérito próprio, sem a influência de sua fama como atriz.
“No começo, eu queria lançar minha música com outro nome para que ninguém soubesse que era eu. Eu não queria ideias preconcebidas”, explicou Cara, demonstrando sua preocupação com a recepção de seu trabalho musical. Ela desejava que as pessoas ouvissem suas músicas antes de saberem quem era a cantora por trás delas.
Ousadia e empoderamento: um novo capítulo para Cara Delevingne
O ensaio para a Playboy marca um momento significativo na carreira de Cara Delevingne, onde ela utiliza sua plataforma para desafiar convenções e celebrar a diversidade e o empoderamento, especialmente dentro da comunidade LGBTQIA+. A atitude da atriz reflete uma crescente tendência de artistas que buscam expressar sua individualidade e questionar normas sociais.
A declaração de Cara sobre o ensaio ser um “ato de rebeldia” ressoa com muitas pessoas que veem na Playboy um símbolo de uma era passada. Sua participação, liderada por uma equipe diversa, sugere uma reinterpretação moderna da publicação, focando na força e na autonomia feminina, com uma perspectiva queer.














