Bia Miranda é criticada por fumar maconha enquanto amamenta

Bia Miranda ensaio de gravidez

A influenciadora digital Bia Miranda amamenta a filha recém-nascida, Maysha, e se tornou alvo de críticas nas redes sociais após aparecer em um vídeo pedindo um cigarro de maconha. O conteúdo foi publicado enquanto a jovem, de 21 anos, ainda está no período de amamentação, o que gerou revolta entre internautas e levantou debates sobre saúde e responsabilidade materna.

Nas imagens, Bia aparece ao lado do companheiro Samuel Sant’Anna, conhecido como Gato Preto, fazendo um pedido explícito por um baseado. O momento viralizou e gerou uma onda de críticas devido ao estado de saúde da filha, que nasceu prematura com apenas 8 meses de gestação.

Essa não é a primeira vez que a influenciadora se envolve em polêmicas relacionadas à maternidade. Em declarações anteriores, Bia já havia defendido o uso da maconha durante a gravidez, afirmando que a erva a ajudava a lidar com a insônia e a falta de apetite. “Dá muita fome, te dá sono, você consegue dormir. Tem grávida que tem insônia. Aí, tranquilão”, comentou em uma live anterior.

Após a repercussão negativa do novo vídeo, Bia voltou às redes para se defender. “Sempre que eu vou fumar um, vocês falam: ‘Ah, mas a Bia está grávida’, ‘Faz mal para a gravidez’. Não faz mal, parça. Você fumar um não faz mal. Cigarro faz mal, o verdinho não faz mal”, declarou, minimizando os possíveis efeitos do consumo da substância.

Apesar da justificativa, os comentários nas redes sociais não foram condescendentes. “Conselho tutelar não existe, né?”, escreveu um seguidor. Outro criticou: “A filha no hospital, a mãe fumando um pra depois dar leite pra filha.” A repercussão foi intensa, com muitos usuários acusando Bia de irresponsabilidade e falta de maturidade.

Vale lembrar que o consumo de substâncias psicoativas durante a gestação ou amamentação é desaconselhado por especialistas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação deve ser um período de cuidado extremo com a saúde da mãe e do bebê, evitando qualquer substância que possa comprometer o desenvolvimento infantil.

Até o momento, não houve manifestação oficial por parte de órgãos de proteção à infância ou de autoridades sanitárias. A polêmica, no entanto, reacende discussões sobre o comportamento de influenciadores digitais e a responsabilidade que têm diante de grandes audiências, especialmente em temas tão sensíveis como a maternidade.

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