A musa da Estácio de Sá, Ravena Hanniely, de 24 anos, reagiu às críticas que passou a receber nas redes sociais após assumir publicamente as cirurgias realizadas para o Carnaval 2026. Entre os procedimentos, ela revelou ter fraturado quatro costelas como parte da preparação estética para o desfile.
Segundo a influenciadora, o maior questionamento não foi apenas pelas intervenções, mas pelo fato de continuar se definir como influenciadora fitness. A declaração gerou debate sobre estética, treino e transparência nas redes.
Ravena explicou que decidiu falar abertamente sobre as cirurgias, incluindo lipoaspiração de alta definição e remodelação da cintura, para evitar especulações. A fratura das costelas foi o ponto que mais provocou reações.
“As pessoas começaram a dizer que eu não poderia mais me chamar de fitness depois disso. Como se fazer cirurgia anulasse todo o meu treino”, afirma.
De acordo com ela, muitas mensagens tinham o mesmo teor crítico. “Muita gente escreveu dizendo que fitness é só academia, que quem faz cirurgia está enganando seguidor. Mas eu nunca escondi nada. Eu treino pesado, sigo dieta, tenho rotina intensa e também fiz cirurgia. Uma coisa não exclui a outra”, diz.
A repercussão ganhou ainda mais visibilidade após a atriz Luana Piovani compartilhar uma imagem da influenciadora mencionando procedimentos estéticos no Carnaval, usando expressões como “bunda hialurônica” e “lipo HD”. Ravena afirmou que pretende tomar medidas legais pelo uso de sua imagem.
“Quando eu assumi as cirurgias, parecia que eu tinha traído o meu próprio título. As pessoas preferem influenciadoras que mostram só academia e resultado perfeito. Quando você fala que também fez cirurgia, parece que isso incomoda mais”, afirma.
Para a musa da Estácio de Sá, não há contradição entre disciplina física e intervenção estética. “Meu corpo é resultado de treino, alimentação e escolhas pessoais. Eu nunca disse que foi só academia. Eu disse que foi dedicação e decisão”, declara. “Existe uma cobrança de pureza. Como se quem treina não pudesse mexer no corpo de outra forma. Eu escolhi ser transparente”, conclui.
A discussão reacende o debate sobre padrões estéticos no Carnaval e o peso das redes sociais na construção da imagem pública — um tema que ainda deve render novos capítulos nos próximos dias.














