O Aporte de John Textor no Botafogo foi rejeitado pelo clube social após análise da proposta feita pelo empresário para reforçar o caixa da SAF alvinegra. A decisão foi baseada em avaliação técnica realizada por uma instituição financeira contratada pelo clube.
O investimento oferecido girava em torno de 25 milhões de dólares, aproximadamente R$ 128,5 milhões. Em troca, seria necessária a criação de novas ações, o que aumentaria a participação de Textor na estrutura societária.
O modelo apresentado não foi aprovado por envolver diluição de participação em um momento considerado sensível, já que há disputa pelo controle da holding ligada à SAF.
Essa não é a primeira vez que uma proposta semelhante é recusada. Uma operação anterior, com o mesmo valor, também não avançou nas negociações.
A estrutura financeira utilizada em negociações passadas já havia sido alvo de críticas internas, principalmente por conta dos juros elevados e das condições consideradas difíceis de cumprir.
Existe preocupação de que acordos desse tipo possam levar à transferência de controle acionário caso as obrigações financeiras não sejam cumpridas.
O clube atravessa um período de dificuldades financeiras e precisa de recursos para quitar compromissos de curto prazo, incluindo valores relacionados a negociações de jogadores.
Paralelamente, a diretoria busca alternativas para solucionar a situação, incluindo possíveis entendimentos com credores e investidores.
O cenário atual mantém o Botafogo em um momento de indefinição, com decisões estratégicas que podem impactar o futuro da SAF.
O desfecho dessa situação deve influenciar diretamente os próximos movimentos do clube dentro e fora de campo.














