Ambulantes no Centro do Rio entraram em confronto com agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) durante uma operação de ordenamento urbano realizada na tarde desta quinta-feira (7). A ação aconteceu na Rua São José, em frente ao Terminal Garagem Menezes Côrtes.
De acordo com o portal Diário do Rio, a fiscalização tinha como objetivo coibir a atuação de vendedores ambulantes sem autorização municipal no local. A situação, no entanto, terminou em tumulto e mobilizou também a Polícia Militar e a Guarda Municipal.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento de maior tensão da ocorrência. Nos registros, é possível ver agentes utilizando spray de pimenta durante a confusão, além de confronto físico em frente ao terminal.
Segundo a Seop, ambulantes sem autorização teriam reagido à abordagem arremessando cadeiras e objetos de madeira contra os agentes. A secretaria informou que a ação provocou a reação das equipes de fiscalização.
“Ambulantes sem autorização municipal para trabalhar na rua arremessaram cadeiras e objetos de madeira contra agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) durante uma operação de ordenamento urbano na Rua São José, no Centro, na tarde desta quinta-feira (07/05). As agressões provocaram a reação dos agentes. A Polícia Militar e a Guarda Municipal foram acionadas para auxiliar na ação. Uma viatura foi danificada, dois ambulantes acabaram presos e dois agentes ficaram feridos”, disse a Seop em nota.
Ainda conforme a secretaria, uma viatura foi danificada durante o tumulto. Dois ambulantes acabaram presos e dois agentes da prefeitura ficaram feridos.
A confusão chamou atenção de quem passava pela região, uma das áreas de maior circulação do Centro do Rio. O Terminal Menezes Côrtes recebe diariamente grande fluxo de pedestres e usuários do transporte público.
O caso reacendeu o debate sobre a presença de vendedores ambulantes em áreas movimentadas da cidade e sobre a forma como as ações de ordenamento urbano são realizadas. A ocorrência deve seguir sendo acompanhada pelas autoridades responsáveis.
A tensão no Centro do Rio mostra como operações de fiscalização podem rapidamente ganhar grande repercussão quando envolvem trabalhadores informais, agentes públicos e imagens compartilhadas nas redes sociais.














