Onda de calor extremo no Rio provoca mais de 2 mil atendimentos em saúde

Calor Extremo no Rio

A onda de calor extremo no Rio levou 2.053 pessoas a procurarem unidades da rede municipal de saúde entre os dias 23 e 26 de dezembro, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. Os atendimentos estão possivelmente relacionados às altas temperaturas registradas na cidade durante o período.

Entre os sintomas mais recorrentes informados pelas unidades de saúde estão casos de insolação, queimaduras solares, desmaios e sensação de fraqueza. O aumento da demanda acendeu o alerta para os impactos diretos do calor prolongado sobre a população, especialmente idosos, crianças e pessoas com comorbidades.

A situação vem sendo monitorada pelo Centro de Operações e Resiliência, que colocou a capital no nível Calor 3 às 15h50 da última quarta-feira (24). Esse estágio é acionado quando o índice de calor varia entre 36°C e 40°C, com previsão de manutenção ou elevação por pelo menos três dias consecutivos.

Na sexta-feira (26), a maior temperatura registrada no período foi de 37,6°C, medida na estação automática do Inmet localizada na Vila Militar, na Zona Oeste. O órgão federal mantém aviso de onda de calor ativo para o Rio, com recomendações de atenção à saúde.

A previsão do tempo indica que o calor deve continuar nos próximos dias, mesmo com possibilidade de chuva em algumas regiões da cidade a partir de segunda-feira (29). Não há expectativa de queda significativa das temperaturas no curto prazo.

Diante do cenário, a Secretaria Municipal de Saúde reforça orientações básicas de prevenção, como ingestão frequente de água, uso de protetor solar, roupas leves e redução da exposição ao sol entre 10h e 16h. Em casos de tontura, mal-estar, fraqueza ou sensação de desmaio, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde.

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