Militar do Exército é vítima de roubo e tentativa de sequestro em Praia Grande, litoral paulista. Suspeito é preso em flagrante.
Um militar do Exército Brasileiro, que atuava como motorista de aplicativo, foi vítima de um assalto e uma tentativa de sequestro em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na tarde de sábado (24/10). O suspeito, que portava um simulacro de fuzil, foi preso em flagrante pela Polícia Militar.
A ação policial resultou na prisão de um dos quatro suspeitos envolvidos no crime. Ele foi capturado em uma residência que estava sendo utilizada como cativeiro para manter vítimas sequestradas. A vítima reconheceu o detido, o que auxiliou na prisão.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Praia Grande. Durante o andamento da ocorrência, outras duas pessoas chegaram à delegacia relatando terem sido vítimas do mesmo grupo criminoso, reconhecendo o preso, a arma e o local utilizado como cativeiro. Conforme informação divulgada pela Polícia Militar, o militar do Exército foi abordado por quatro indivíduos armados que solicitaram uma corrida e, em seguida, anunciaram o assalto, ameaçando a vítima de morte e agredindo-a em busca de armamento militar.
Prisão e Desdobramentos da Ocorrência
A Polícia Militar recebeu uma denúncia via 190 sobre a presença de suspeitos em um carro no bairro Melvi. Ao chegarem ao local, os policiais identificaram dois dos quatro criminosos. Um conseguiu fugir, enquanto o outro foi detido em uma casa que servia de cativeiro. A vítima, que havia sido abandonada pelos criminosos em uma base da Concessionária Novo Litoral (CNL), reconheceu o suspeito preso.
Armamento e Material Apreendido
Segundo a Polícia Militar, o suspeito detido portava um simulacro de fuzil, que se assemelhava a uma arma real, além de aparelhos celulares e um estepe de veículo. Todo o material apreendido foi encaminhado para a delegacia, juntamente com o indivíduo preso.
Classificação do Crime e Disposição à Justiça
Apesar da natureza do sequestro temporário do militar, a ocorrência foi classificada como roubo e extorsão. O autor preso permanece à disposição da Justiça para as devidas providências legais. O caso ressalta a importância das denúncias anônimas para o combate à criminalidade na região.














