Kim Kataguiri Esclarece Promessa de Renúncia: “Ele Fez 2%, Não 3%”

Kim Kataguiri se manifesta sobre promessa de renúncia após resultado eleitoral de Renan Santos

O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) veio a público para esclarecer uma declaração feita anteriormente sobre sua permanência no cargo. A promessa, que gerou especulações, estava atrelada ao desempenho de Renan Santos, candidato à Presidência pelo mesmo partido.

Em um protesto realizado no último sábado, dia 3 de outubro, Kataguiri afirmou que renunciaria ao mandato caso Renan Santos obtivesse 3% dos votos válidos na eleição presidencial. A declaração deixava uma margem de interpretação sobre o percentual exato, se seria o valor cravado ou para mais ou menos.

Diante da repercussão e questionamentos sobre o cumprimento da promessa, Kim Kataguiri respondeu de forma direta ao portal Metrópoles, explicando a situação com base nos resultados oficiais. A declaração do parlamentar foi: “Eu disse que renunciaria se ele fizesse 3, ele fez 2”, pontuou o deputado, sinalizando que o percentual atingido pelo candidato não correspondeu à condição estabelecida.

Desempenho de Renan Santos na disputa presidencial

Renan Santos encerrou sua participação na corrida presidencial ocupando a quarta colocação. Ele obteve aproximadamente 2,24% dos votos válidos, o que representa mais de 2,6 milhões de votos. Este resultado ficou aquém da marca de 3% mencionada por Kataguiri em sua promessa.

Contexto da promessa de renúncia

A promessa de renúncia de Kim Kataguiri foi feita em um contexto de protesto, onde ele desafiou institutos de pesquisa. “Eu já vou começar a fazer um desafio para o Datafolha e para a Quaest. Se domingo a gente tiver 3% no Datafolha, eu renuncio o meu mandato na frente da Folha”, declarou o deputado na ocasião.

Votação de Kim Kataguiri em São Paulo

Enquanto isso, a votação para deputado federal de Kim Kataguiri em São Paulo ainda não teve todos os votos totalizados. No entanto, os números parciais já o colocam como o terceiro candidato mais votado no estado, demonstrando sua força eleitoral individual, independentemente do resultado presidencial.

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