Do Adeus Precoce ao Tchau como D10S: A Trajetória de Messi na Argentina, da Estreia com Expulsão ao Ouro Olímpico e Mundiais Conquistados

Messi se despede da Argentina: Uma jornada épica marcada por altos e baixos

A trajetória de Lionel Messi com a camisa da seleção argentina chegou ao fim após mais de 11 anos, nessa terça-feira (6/10), na vitória contra Benin, no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires. O craque, carinhosamente chamado de La Pulga, jogou para mais de 85 mil pessoas, que foram ao estádio para acompanhar a despedida e fizeram muita festa.

Messi atuou em 208 partidas pela Albiceleste, marcando 126 gols e dando 68 assistências. Pela seleção principal, ele conquistou uma Copa do Mundo (2022), duas Copas Américas (2021 e 2024) e uma Finalíssima (2022). Em 2008, Lionel também foi campeão das Olimpíadas.

A despedida marca o fim de uma era para o futebol argentino e mundial. Messi, que se tornou um ícone e D10S para muitos, encerra um ciclo repleto de conquistas, mas também de momentos de profunda tristeza e superação. Conforme informação divulgada pela fonte, a jornada de Messi na seleção argentina foi marcada por uma estreia surpreendente e um começo de carreira com desafios.

Estreia com expulsão e o início em Copas

Na sua estreia pela seleção principal, em 17 de agosto de 2005, Messi entrou no segundo tempo contra a Hungria. No entanto, sua participação durou apenas 47 segundos. O argentino foi expulso após atingir o rosto do zagueiro Vilmos Vanczák ao tentar se desvencilhar de uma agarrão.

A primeira Copa do Mundo de Messi foi em 2006. Ele disputou três jogos, sendo um como titular, e marcou um gol contra Sérvia e Montenegro. A Argentina chegou às quartas de final, mas foi eliminada nos pênaltis pela anfitriã.

A ascensão e os fracassos antes das glórias

Após o Mundial de 2006, Messi assumiu o protagonismo da seleção. No entanto, antes das grandes conquistas a partir de 2021, o craque acumulou fracassos coletivos, com exceção do ouro olímpico em 2008, conquistado pela seleção sub-23.

Entre os reveses mais marcantes, destacam-se a Copa América de 2007, onde a Argentina foi vice-campeã para o Brasil (3 x 0). Na Copa do Mundo de 2010, a eliminação veio para a Alemanha nas quartas de final (4 x 1), com Messi não marcando gols no torneio.

A Copa América de 2011 também foi frustrante, com a Argentina eliminada nas quartas para o Uruguai, e Messi sem gols. A Copa do Mundo de 2014 viu a Argentina chegar à final, mas perder para a Alemanha, com Messi sem marcar no mata-mata. As Copas Américas de 2015 e 2016 resultaram em vice-campeonatos para o Chile, sendo que em 2016, após perder um pênalti na decisão, Messi chegou a anunciar sua aposentadoria da seleção.

A Copa do Mundo de 2018 viu a Argentina ser eliminada pela França nas oitavas de final (4 x 3). Na Copa América de 2021, com Messi expulso, a Argentina perdeu o terceiro lugar para o Chile.

A reviravolta e a consagração como D10S

Em 2021, Messi finalmente levantou seu primeiro troféu com a seleção principal: a Copa América, vencida sobre o Brasil no Maracanã por 1 x 0, com gol de Di María. Na competição, Messi marcou quatro gols e deu cinco assistências em sete jogos.

A coroação definitiva veio em 2022, com a conquista da Copa do Mundo. Messi, com sete gols e três assistências, entrou para o panteão dos maiores jogadores da história ao liderar a Argentina ao título mundial.

O adeus e o legado eterno

Na sua última participação em Copas, em 2026, Messi se tornou um dos poucos atletas a disputar seis Mundiais. Apesar de uma campanha brilhante, a Argentina parou na Espanha na grande final, com derrota por 2 x 0. Ele encerrou sua trajetória em Copas com 34 jogos, 21 gols e três assistências.

A despedida oficial da seleção argentina, conforme noticiado, consolida a carreira de um dos maiores jogadores de todos os tempos. Messi deixa um legado de paixão, talento e superação, inspirando gerações de fãs e atletas ao redor do mundo.

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