Déia Freitas é internada com pico de pressão após apuração

A escritora e podcaster Déia Freitas precisou ser internada em um pronto-socorro após sofrer um pico de pressão arterial decorrente da apuração do primeiro turno das eleições. A criadora do programa de histórias Não Inviabilize cancelou a agenda de trabalho para seguir em repouso médico.

Pico de pressão levou criadora de conteúdo ao pronto-socorro

O comunicado sobre a hospitalização foi feito pela própria influenciadora digital aos seus ouvintes e seguidores. Segundo Déia, o mal-estar físico começou logo depois da divulgação dos números finais das urnas, fazendo com que ela procurasse atendimento médico emergencial.

A podcaster explicou que a tensão com a contagem dos votos gerou uma reação grave em seu organismo. Por conta do quadro de crise hipertensiva, a equipe médica determinou a internação para estabilizar seus sinais vitais e recomendou repouso imediato.

Com a ordem médica de repouso, Déia desmarcou compromissos profissionais e gravações agendadas para os próximos dias. Ela afirmou que ainda não conseguiu estabilizar a pressão arterial por completo e que precisa passar por uma reavaliação com médico cardiologista.

A influenciadora relatou ainda que já tratava uma questão prévia de saúde relacionada ao coração. Por causa disso, o abalo emocional causou um impacto direto em seu bem-estar, exigindo afastamento temporário da produção de conteúdo e do acompanhamento das notícias do período eleitoral.

O que diz a influenciadora sobre a rotina médica

Déia Freitas afirmou aos seguidores que precisou diminuir o uso de aparelhos eletrônicos por orientação da equipe de saúde. Ela pontuou que o médico recomendou reduzir o ritmo aos poucos, já que o corte total das redes poderia gerar ainda mais ansiedade.

“Nesse momento, eu não consigo gravar nada e fazer nada em relação às eleições, porque tudo me emociona muito, tudo me deixa muito nervosa”, explicou a podcaster. A continuidade das atividades do Não Inviabilize vai depender do diagnóstico que receber na consulta médica de retorno.

A escritora reforçou que a decisão de pausar as publicações é necessária para preservar a própria vida. O retorno gradual às gravações só deve acontecer com a devida liberação do profissional de cardiologia.

Como o estresse atinge a pressão arterial

O quadro enfrentado pela criadora de conteúdo serve de alerta para os efeitos do estresse extremo no organismo. Situações de forte nervosismo liberam hormônios como adrenalina e cortisol na corrente sanguínea, provocando o estreitamento temporário dos vasos sanguíneos.

Esse processo faz o coração trabalhar com mais força para bombear o sangue, elevando bruscamente a pressão arterial. Em pessoas que já possuem histórico cardíaco ou predisposição à hipertensão, o pico de pressão pode evoluir para complicações graves se não for contido rapidamente.

Especialistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia alertam que episódios de forte carga emocional exigem pausas na rotina. A recomendação médica inclui evitar gatilhos que aumentem o nervosismo, priorizar noites regulares de sono e não interromper medicações de uso contínuo.

Quais são os sinais de alerta para procurar atendimento

A crise hipertensiva pode acontecer sem sintomas claros no início, mas o corpo costuma dar sinais quando a pressão sobe de forma descontrolada. É fundamental que a população saiba identificar o momento certo de procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou hospital.

  • Dor de cabeça forte e repentina, principalmente na parte de trás da nuca;
  • Tontura, visão embaçada ou sensação de escurecimento visual;
  • Sensação de aperto, peso ou dor no peito;
  • Falta de ar incomum ou dificuldade para respirar fundo;
  • Zumbido constante no ouvido e palpitações no coração.

Ao notar qualquer um desses sintomas combinados, o morador não deve tentar se automedicar em casa. A orientação correta é se dirigir imediatamente a uma unidade de saúde pública ou particular para aferir os valores e receber medicação adequada.

Onde buscar ajuda de emergência e atendimento gratuito

Quem estiver passando por um mal-estar agudo na cidade do Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense pode acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) discando o número 192. A ligação é gratuita e o atendimento funciona durante 24 horas por dia.

Para quem tem condições de se deslocar, o atendimento emergencial de casos graves é realizado nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) municipais e estaduais, além dos hospitais de emergência da rede pública. O atendimento é feito por ordem de gravidade na triagem de risco.

O acompanhamento preventivo da pressão alta deve ser feito nos postos de saúde de cada bairro, as Clínicas da Família ou Unidades Básicas de Saúde (UBS). Nessas unidades, o cidadão consegue aferir a pressão de graça, consultar médicos de família e retirar remédios de uso diário fornecidos pela farmácia do Sistema Único de Saúde (SUS).

Limpatech