Arsênio da Cuíca, ex-diretor de bateria da Portela, morreu aos 87 anos. Conhecido também como Tio Arsênio, ele marcou gerações na Tabajara do Samba e se tornou referência na história da escola de Madureira.
O sepultamento aconteceu nesta quinta-feira (12), no Cemitério São Francisco de Paula, no Catumbi, Zona Norte do Rio. A causa da morte não foi divulgada.
Nas redes sociais, a Portela destacou a trajetória do ritmista, que integrou a azul e branca desde 1966. Arsênio atuou como diretor de bateria entre 2000 e o Carnaval de 2022.
“Arsênio construiu uma trajetória marcada pelo compromisso, dedicação e pelo amor à nossa Tabajara do Samba. Reconhecido pelo seu talento como cuiqueiro, atuou como diretor de bateria de 2000 até o Carnaval de 2022, encerrando sua trajetória na avenida ao ser homenageado com o troféu de melhor baluarte na bateria, em reconhecimento ao legado que construiu na escola”, afirmou a escola em comunicado.
A bateria também ressaltou a influência do músico na formação de novos talentos.
“Nessa caminhada, Arsênio serviu de pilar para a escola, inspirando jovens talentos e formando novos ritmistas que, hoje, desfilam e comandam a Tabajara do Samba. O reconhecimento definitivo de sua importância para o Carnaval veio em 2022, quando foi eleito Baluarte do ano, pelo Troféu Bateria. Sua história é um testemunho de lealdade e amor ao pavilhão azul e branco, deixando um legado eterno no ritmo e no coração de Oswaldo Cruz e Madureira”, destacou o perfil da bateria.
Com décadas dedicadas ao samba, Arsênio da Cuíca deixa uma marca profunda na história da Portela e no Carnaval carioca.














